O caso foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DCPA), que divulgou a imagem do suspeito para auxiliar nas investigações. Em uma crescente de alegações, a corporação informou que o docente já havia sido alvo de diversas ocorrências relacionadas a importunação sexual contra outras mulheres, revelando um padrão perturbador de comportamento.
Testemunhas afirmaram ter escutado o professor expressar sua indignação quanto à pena que poderia enfrentar, que somaria até 16 anos de prisão. Essa declaração, apresentada em um momento tão crítico, levanta suspeitas sobre a gravidade da situação e a urgência da situação para as autoridades.
De acordo com as investigações, os abusos teriam ocorrido em 2021, e consistiam em atos obscenos realizados enquanto a criança dormia, além de masturbações à vista da menina e solicitações para que ela tocasse em seu órgão genital. O professor também é denunciado por assediar outras mulheres em estabelecimentos na Asa Sul, onde chegou a manusear as partes íntimas de suas vítimas.
Diante da gravidade das acusações, a Secretaria de Estado de Educação do DF foi contatada. A pasta declarou estar alheia aos detalhes dos crimes atribuídos ao professor até o momento em que as denúncias vieram à luz, e garantiu que não havia recebido informação oficial sobre o caso até a data recente.
Após o conhecimento das acusações, o servidor foi afastado de suas atividades, sendo redirecionado para a área central da Secretaria. Em dezembro, o professor recebeu um salário considerável, totalizando R$ 22.685,19. A Secretaria expressou seu repúdio às práticas de violência, reafirmando seu compromisso com a proteção e a integridade dos alunos no ambiente escolar.
Esse episódio lamentável alerta para a necessidade de vigilância e ação rápida das autoridades para proteger vítimas de abusos e garantir a segurança nas instituições educacionais. A busca pelo professor foragido continua, enquanto a comunidade se mantém atenta às consequências desse caso chocante.
