Segundo a Living Legends of Aviation Awards, o príncipe Harry é merecedor deste título por suas contribuições significativas para a aviação e a indústria aeroespacial. Com 10 anos de serviço militar no Exército Britânico, ele participou em missões de treinamento e combate nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Afeganistão, salvando vidas de forças aliadas e civis. Além disso, ele é o criador dos Jogos Invictus, um evento desportivo para militares feridos e veteranos de todo o mundo.
Apesar dos elogios da organização, a decisão de homenagear o príncipe Harry como Lenda Viva da Aviação gerou controvérsia e polêmica. Muitas pessoas nas redes sociais criticaram a decisão, sugerindo que outros pilotos militares merecem a mesma honra com base em suas realizações.
O evento, que foi criado em 2003, já homenageou figuras notáveis como Buzz Aldrin, Jeff Bezos, Elon Musk e Tom Cruise. O príncipe Harry se juntará a essa lista, sendo reconhecido por suas contribuições para a aviação, bem como por seu trabalho humanitário, defesa do bem-estar mental e esforços ambientais com diversas instituições de caridade, incluindo Travalyst, African Parks, WellChild e Archewell Foundation, fundada por ele e Meghan Markle.
Vale destacar que durante sua carreira militar, o príncipe Harry atingiu o posto de capitão e serviu como piloto de helicóptero militar Apache em missões no Afeganistão. Em entrevistas recentes, ele expressou como sua carreira militar o ajudou a superar a morte trágica de sua mãe, a princesa Diana, e a encontrar um propósito na vida.
O evento promete ser emocionante e controverso, e o príncipe Harry certamente terá sua participação no debate sobre o prêmio e seu significado no mundo da aviação e além. Enquanto sua presença na cerimônia permanece incerta, seu legado como membro da realeza, militar e humanitário continua a gerar debates e reflexões em todo o mundo.
