Após o apito final, Pedrinho se dirigiu de maneira exaltada ao árbitro Lucas Paulo Torezin, manifestando sua insatisfação com decisões consideradas prejudiciais ao Vasco. Ele criticou os erros de arbitragem, especialmente em relação à não marcação de pênaltis, além de se referir à sua postura como “arrogante” e “prepotente”. A discussão alcançou um tal nível de tensão que houve a necessidade de intervenção da Polícia Militar, que utilizou gás de pimenta para conter a confusão.
Nos confrontos verbais, Pedrinho expressou que a arbitragem tem uma história de decisões desfavoráveis ao Vasco em jogos fora de casa, citando experiências anteriores como a disputa contra o Palmeiras. As suas declarações, carregadas de indignação, incluiu críticas pessoais ao árbitro, evidenciando a tensão que permeou a partida e o sentimento de injustiça dos envolvidos.
Além de Pedrinho, outros membros da comissão técnica e do elenco do Vasco também estão sob análise do STJD. O volante Cauan Barros, o fisioterapeuta Aldo Mattos e o gerente Clauber Rocha foram citados como parte de um comportamento que abrange desde jogadas violentas até a invasão de campo e atrasos deliberados durante a partida.
O STJD ainda não divulgou a data para o julgamento dos envolvidos, mas o processo pode resultar em diversas punições, incluindo suspensões de partidas e até o afastamento temporário dos responsáveis. O desdobramento dessas ações irá contribuir para moldar a abordagem do Vasco e de seus dirigentes em relação a futuras controvérsias e pressões externas dentro do futebol brasileiro.






