Esta não é a primeira vez que o presidente se vê nesse cenário alarmante. Em março de 2025, Petro relatou que grupos criminosos haviam realizado quatro tentativas de assassinato contra ele. Anteriormente, ele também mencionou a possibilidade de traficantes de drogas terem adquirido mísseis com a intenção de atacar seu avião presidencial. Essa situação crítica é um indicativo do nível de tensão e violência que permeia a política colombiana, especialmente no que diz respeito ao combate ao narcotráfico.
O gerente do Sistema de Meios Públicos, Hollman Morris, em um post nas redes sociais, revelou que também foi descoberta uma armação para colocar substâncias alucinógenas em um carro que possivelmente seria utilizado pelo presidente. Esses acontecimentos se desenrolam em um contexto onde Petro fortalecia vínculos com os Estados Unidos, especialmente com o presidente Donald Trump, para intensificar as ações contra o narcotráfico na Colômbia.
Esse reforço na colaboração trouxe consequências imediatas, incluindo a ruptura das negociações de paz entre o Cartel Clã do Golfo – considerado um dos principais responsáveis pelo tráfico de cocaína na Colômbia – e o governo colombiano. O grupo se retirou das discussões, descontentes com as novas diretrizes que priorizam a captura de seu líder, conhecido como Chiquito Malo.
A sequência de eventos evidencia não apenas os riscos pessoais que o presidente enfrenta, mas também reflete o complexo e violento panorama no qual a Colômbia se encontra, lutando contra o narcotráfico e a criminalidade organizada. A situação continua a exigir atenção internacional e soluções eficazes para garantir a segurança e a estabilidade no país.
