Segundo informações, o passaporte de Bolsonaro foi retido por Moraes desde fevereiro de 2024, o que o impediu de comparecer ao evento. Em seu lugar, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se fez presente como representante do presidente nas cerimônias. A atitude do ministro do STF gerou polêmica e levantou discussões sobre a liberdade de expressão e a interferência do judiciário em questões políticas.
A repercussão do caso foi evidente nas redes sociais e na imprensa, com opiniões divergentes sobre a atitude de Moraes. Enquanto alguns apoiaram a decisão como uma forma de combater possíveis atitudes antidemocráticas, outros a enxergaram como um cerceamento da liberdade do presidente de exercer suas funções de representante do país em eventos internacionais.
O debate sobre a autonomia dos poderes e os limites da atuação do judiciário em assuntos políticos continuou a ganhar destaque após o pronunciamento de Milei. A situação diplomática entre Brasil, Argentina e Estados Unidos também foi colocada em pauta, tendo em vista a importância da presença de líderes políticos em eventos internacionais para o estreitamento de laços e a realização de acordos bilaterais.
Diante desse cenário, a decisão do ministro Alexandre de Moraes continuou a gerar controvérsias e levantar questionamentos sobre o papel do judiciário na regulação das atividades dos chefes de estado. A questão da liberdade de movimento e expressão ganhou destaque e evidenciou a importância de um debate amplo e democrático sobre os limites do poder judiciário em questões políticas.
