O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato do Novo, Romeu Zema, fez algumas declarações controversas, caracterizando a política brasileira como uma atividade “criminosa”. Zema se comprometeu a realizar um corte rigoroso de cargos públicos e a implementar uma agenda de privatizações ao afirmar que “não existe estatal vaca sagrada”. Ele criticou a atual gestão federal por sua suposta gastança e prometeu uma “austeridade absoluta”, que incluirá reformas administrativas e previdenciárias. Para Zema, o Brasil deve se desassociar de práticas políticas corruptas a fim de melhorar as finanças públicas.
Flávio Bolsonaro, senador e presidenciável do PL, também defendeu um “motosserra” regulatório, criticando excessos na legislação que, segundo ele, dificultam a vida empresarial. Ele prometeu a construção de novos presídios e enfatizou a importância de fortalecer a segurança pública. Além disso, Bolsonaro levantou questões sobre a reforma tributária atual, considerando-a ineficiente e prometendo um novo modelo que busque a redução da carga tributária.
Por outro lado, Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato do PSD, dirigiu críticas ao descumprimento das promessas de responsabilidade fiscal por parte do governo atual. Ele ressaltou a riqueza mineral do Brasil e a necessidade de governança ética, afirmando que “nenhum candidato deve se apoiar na presunção de inocência para liderar o país”.
Os discursos revelaram uma clara orientação dos candidatos em buscar uma transformação radical nas estruturas administrativas do Brasil, propondo soluções que priorizam o empreendedorismo, a segurança e a redução drástica de regulamentações. A expectativa é que esses discursos e propostas sejam analisados e discutidos ainda mais à medida que as eleições se aproximam.





