Entre as exonerações, destaca-se a saída de Enrico Misasi, titular da Casa Civil, que será substituído pelo vereador Paulo Frange, do MDB. Essa troca revela uma tentativa de mobilizar aliados e garantir uma base sólida de apoio no Legislativo.
Na Secretaria de Segurança Urbana, o cargo de Orlando Morando será ocupado pela delegada Juliana Bussacos. Bussacos ganhou notoriedade em 2019, quando esteve à frente da investigação sobre as acusações feitas pela modelo Najila Trindade contra o jogador Neymar. Sua nomeação pode ser vista como uma estratégia para reforçar a imagem de combate à criminalidade na cidade.
Outra mudança significativa ocorre na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, onde Rodrigo Ashiuchi sai para dar lugar a Wanderlei de Abreu Soares Júnior. Este último já serviu como secretário-adjunto da pasta, o que pode proporcionar continuidade nas políticas ambientais.
Na área de Habitação, Diogo Soares, atual presidente da Companhia Habitacional de São Paulo (Cohab), assumirá o lugar de Sidney Cruz, reforçando a preocupação da gestão com a questão habitacional na capital.
A pasta de Esportes e Lazer também passa por reformulações. Rogério Lins, que ocupava essa posição, será sucedido por Erika Coimbra, uma ex-jogadora de vôlei que era responsável pela direção do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP). A mudança visa trazer uma nova perspectiva ao setor esportivo da cidade.
Rui Alves deixará a Secretaria de Turismo, abrindo espaço para o advogado Gustavo Lopes de Souza, enquanto Humberto de Alencar Pizza da Silva assumirá a Secretaria de Inovação e Tecnologia, em substituição a Milton Vieira, do Republicanos.
Por fim, Alexandre Leite, do União Brasil, também se afastará da Secretaria de Relações Institucionais, somando-se ao grupo de secretários que optaram por se desligar em virtude das eleições. Essas mudanças refletem não somente as movimentações políticas atuais, mas também o desejo de se preparar estrategicamente para o próximo cenário eleitoral.





