O termo “milícia” foi utilizado pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil para descrever a atuação de guardas-civis metropolitanos na região, em uma operação realizada no início do mês contra agentes do estado que estariam vendendo segurança a comerciantes locais.
Durante uma sabatina com jornalistas da Globonews, Nunes contestou o uso do termo “milícia” para se referir à Guarda Civil Metropolitana, destacando que a instituição já prendeu 400 pessoas na Cracolândia somente este ano. Ele ressaltou que, mesmo com a atuação eficaz da GCM, que conta com mais de 7 mil homens, cerca de 10 agentes já foram demitidos por cometerem erros.
Em relação aos votos de bolsonaristas, Nunes salientou que recebeu o apoio do presidente Bolsonaro, da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas em sua convenção. Ele enfatizou que seu adversário, Pablo Marçal, tem usado de manipulação de informações para criar uma imagem distorcida sobre seu apoio do ex-presidente.
Questionado sobre a possibilidade de o apoio de Bolsonaro ser uma traição ao ex-prefeito Bruno Covas, Nunes respondeu que o respeito à memória de Covas continua presente em sua vida diária, mantendo uma relação de amizade com a família do falecido prefeito.
Em meio às declarações, Nunes afirmou que comprovará seu compromisso como representante dos bolsonaristas através do apoio do próprio Bolsonaro, garantindo que o ex-presidente estará presente em sua campanha eleitoral.
Com a proximidade das eleições, a disputa entre os candidatos se intensifica, com cada um buscando consolidar o apoio de diferentes segmentos do eleitorado para garantir vantagem nas pesquisas de intenção de voto. A política fervorosa na cidade de São Paulo promete embates acalorados e promessas de campanha em busca do voto do eleitor.
