Em um relato à Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), o artista detalhou a horrenda experiência. Criminosos armados não apenas levaram R$ 15 mil em dinheiro, mas também celulares, roupas de grife, perfumes caros e joias valiosas. O assalto se desenrolou de maneira agressiva: de acordo com testemunhas, as vítimas foram amarradas e agredidas com socos e chutes, enquanto os ladrões se concentravam em recolher seus pertences. O tumulto durou cerca de 40 minutos, marcado por gritos e um clima de pânico absoluto.
O ataque, segundo Poze e outras testemunhas, ocorreu por volta das 2h30 da madrugada. Um grupo de pelo menos oito homens, munidos de fuzis e pistolas, e encapuzados para esconder suas identidades, invadiu a propriedade. Informações indicam que os assaltantes podem ter utilizado uma área de mata nos fundos do imóvel como ponto de acesso, tornando a ação ainda mais audaciosa.
Após o ocorrido, Poze do Rodo compartilhou uma mensagem nas redes sociais, expressando seu descontentamento e clamando por justiça. Em tom desafiador, ele escreveu: “Da covardia nem Jesus escapou! Só peço pra que Deus tome conta de tudo e que não deixe nenhum deles parar em minha mão”. Essa declaração não apenas reflete a indignação do artista, mas também o desejo de que os responsáveis pelo crime sejam capturados e punidos.
O clima de insegurança em bairros nobres do Rio de Janeiro, como o Recreio dos Bandeirantes, cresce a cada dia, e episódios como esse acendem um alerta sobre a necessidade urgente de medidas eficazes de segurança pública. O caso de Poze do Rodo é apenas mais um exemplo de que a criminalidade não escolhe vítimas e que o direito à segurança é uma luta constante para muitos cidadãos. A polícia agora investiga o caso, buscando pistas que possam levar à identificação e prisão dos assaltantes.
