Contudo, durante a posse, foram registrados panelaços em diversas regiões de Caracas, demonstrando a insatisfação de parte da população em relação ao processo eleitoral e a transparência dos resultados. O Conselho Nacional Eleitoral não divulgou os resultados das atas eleitorais, gerando críticas e questionamentos por parte de opositores e da comunidade internacional. Países como Estados Unidos e União Europeia adotaram medidas severas contra o governo venezuelano, anunciando sanções e criticando a falta de transparência no pleito presidencial.
A presença de líderes estrangeiros na posse de Maduro foi bastante reduzida, com apenas os presidentes de Cuba e Nicarágua marcando presença física. O restante dos convidados foi representado por emissários dos respectivos países, como a Embaixadora do Brasil. A oposição denunciou o processo como um golpe de Estado, questionando a legitimidade da eleição e apontando irregularidades no sistema.
Os Estados Unidos classificaram a posse como uma “farsa” e aumentaram a recompensa pela captura de Maduro e de seu ministro do Interior. O sistema de proteção migratória para os venezuelanos nos EUA foi prorrogado e a possibilidade de novas sanções foi levantada. Maduro, por sua vez, promete uma “grande reforma” na Constituição durante seu próximo mandato, buscando recuperar a economia do país.
Diante de um cenário de crise política e econômica, o futuro da Venezuela permanece incerto, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos do governo Maduro e as possíveis repercussões que suas ações poderão ter no país e na região.







