Lula declarou que a inviolabilidade das embaixadas é um pilar do direito internacional e pediu um pedido de desculpas do Equador. Ele também apoiou a proposta da Bolívia de formar uma comissão para acompanhar a situação de Glas. O político equatoriano chegou a ficar internado após a invasão, mas já retornou à prisão, onde cumpre pena de seis anos por corrupção.
O México apresentou uma queixa contra o Equador na Corte Internacional de Justiça, pedindo sua suspensão da ONU até que emita um pedido público de desculpas. Lula defendeu a necessidade de esforços de reaproximação entre os dois países, ressaltando a importância do diálogo e da diplomacia na resolução de conflitos.
O ex-presidente brasileiro destacou a diversidade de opiniões na região, mas reiterou o compromisso com a resolução pacífica de divergências. Ele elogiou o recurso do México à CIJ e enfatizou a importância da CELAC para o restabelecimento do diálogo e normalização das relações entre Equador e México.
A reunião virtual da Celac foi uma resposta contundente à invasão da embaixada do México em Quito, refletindo a preocupação dos líderes latino-americanos com a violação da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. Lula destacou a tradição humanitária da região em defesa do direito de asilo diplomático, reforçando a necessidade de respeitar as normas internacionais para garantir a estabilidade e a segurança na América Latina e Caribe.







