Um dos primeiros a se manifestar foi o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que classificou os atos como uma “vergonha nacional”. Em sua publicação, Alckmin ressaltou o caráter inaceitável da tentativa de contestar a integridade do resultado eleitoral de 2022, e destacou a resposta firme em favor da democracia. O ministro demonstrou confiança no processo legal que está punindo os responsáveis pelo ataque.
Outro membro do governo que se pronunciou foi o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que enfatizou a força do sistema democrático e o esforço dos trabalhadores brasileiros na geração de riquezas para o país. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, compartilhou em suas redes sociais um artigo escrito para o portal Uol, destacando a importância de defender a democracia para proteger a diversidade do povo brasileiro.
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, também fez questão de ressaltar a importância de zelar pela ordem constitucional e destacou a necessidade de fortalecer o estado de bem-estar social conforme definido na Constituição.
Para marcar a data, um ato no Congresso Nacional foi organizado, com a presença dos chefes dos Três Poderes, bem como parlamentares, ministros de Estado, governadores e representantes de organizações da sociedade. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, ressaltou que a tentativa frustrada de golpe fortaleceu os poderes constituídos.
Por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comprometeu-se a seguir na defesa da democracia por todos os brasileiros, e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, destacou que a luta contra o autoritarismo continua. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, reforçou que a tentativa de golpe foi derrotada e alertou para a importância de manter viva a memória desses eventos.
Por fim, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, exaltou a importância da democracia e fez um apelo para combater o ódio e a violência no país. O ministro dos Transportes, Renan Filho, reforçou a necessidade de defender a democracia e manter viva a memória dos ataques como forma de prevenir novas tentativas no futuro.
