Durante uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, após participar de um ato em defesa da democracia e em memória de eventos golpistas, Sidônio expressou preocupação com a falta de controle sobre a proliferação do ódio, desinformação e fake news nas redes sociais. Ele enfatizou a importância de uma regulamentação mais rígida nesse âmbito, citando exemplos de países como Estados Unidos e China que têm adotado medidas para proteger seus cidadãos de conteúdos prejudiciais.
Embora as novas políticas da Meta tenham impacto inicialmente nos Estados Unidos, o futuro ministro salientou que cabe a cada país estabelecer leis que estejam de acordo com seus próprios princípios e soberania. Em relação às críticas feitas pelo atual secretário de Políticas Digitais da Secom, João Brant, Sidônio reiterou a autonomia brasileira para adotar medidas próprias em relação aos padrões de conteúdo nas plataformas digitais.
Sidônio Palmeira foi anunciado como o novo ministro da Secom em substituição a Paulo Pimenta e assumirá oficialmente sua posição na próxima terça-feira (14). Em suas declarações aos jornalistas, ele ressaltou a importância da comunicação eficaz do governo com a população nos próximos dois anos, destacando a necessidade de alinhar as expectativas do governo com a percepção popular. Palmeira enfatizou a importância da comunicação, gestão e política para atingir esse objetivo.
