O ministro destacou como esses boatos são prejudiciais, citando um caso específico que circulou recentemente, informando que o Bolsa Família seria pago apenas a famílias com filhos. Dias rejeitou fortemente essa afirmação, afirmando que tal ideia é não apenas falsa, mas também preconceituosa. “Não há qualquer condicionalidade que estimule os beneficiários a terem filhos. Isso é completamente absurdo!”, desabafou, ressaltando a malignidade de quem propaga essas inverdades.
Dias também enfatizou o impacto emocional que essas informações podem ter sobre os mais vulneráveis. “Imaginem uma senhora de 70 anos ao ouvir que pode perder o benefício por não ter filhos. Essa preocupação pode levar a consequências graves, como um infarto”, alertou o ministro. Ele classificou a disseminação de mentiras como um crime, enfatizando que pessoas que se envolvem nessa prática estão agindo de forma maliciosa.
Para combater essa situação, a rede federal de fiscalização, que inclui a participação da Polícia Federal, foi ativada imediatamente após o ministerio receber as denúncias. O ministro assegurou que medidas estão sendo tomadas e que a investigação ocorre sob sigilo, mas acredita que serão obtidos resultados rápidos na identificação dos responsáveis.
Além de tratar sobre as notícias falsas, o programa também abordou outras questões, como uma denúncia recebida de uma emissora de Alagoas sobre cobranças indevidas de taxas a beneficiários do programa Gás do Povo. O ministro incentivou que os cidadãos utilizem o Disque Social 121 para relatar irregularidades, ressaltando que sem denúncias, a capacidade de ação do ministério é limitada.
Com promessas de rigidez no combate à disseminação de informações falsas e padrões de fiscalização mais rígidos, Wellington Dias reafirmou o comprometimento do governo em proteger os beneficiários e assegurar que eles recebam o apoio que necessitam em tempos de incertezas e informações errôneas.






