Os partidos têm até o dia 5 de agosto para finalizar suas convenções e, em seguida, encaminhar as informações dos candidatos, juntamente com os números que cada um deles utilizará nas urnas, para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa comunicação será feita por meio do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), uma plataforma online que busca facilitar a gestão das candidaturas e garantir maior transparência durante as eleições.
Além da seleção dos candidatos, um aspecto importante das convenções é o sorteio dos números que identificarão cada candidatura. Os partidos têm o direito de manter os números de legenda que já utilizaram em eleições anteriores, assim como os candidatos que podem continuar com os números que usaram em pleitos passados para o mesmo cargo.
Uma das atribuições fundamentais das convenções é a formalização de coligações. Os partidos têm a oportunidade de se unir a outras legendas, fortalecendo assim suas chances eleitorais nas disputas por cargos como a presidência da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Em 2026, os eleitores irão às urnas para votar em diversos cargos, e a formação de coligações será essencial para o sucesso de várias candidaturas.
Neste ano, as convenções estaduais são particularmente relevantes, pois permitirão a escolha dos candidatos a governador, vice-governador, senadores, deputados federais e estaduais. As convenções nacionais, por sua vez, terão a responsabilidade de definir os candidatos a presidente e vice-presidente e a participação em potenciais alianças nacionais.
Alguns partidos já agendaram suas convenções nacionais, com datas que vão de 20 de julho até 2 de agosto. Esta é a hora em que a política começa a se aquecer para as eleições, e os holofotes se voltam para as estratégias e alianças que moldarão o futuro político do país.
