No vídeo, Divoney destila ameaças de violência explícita, mencionando: “Quando a gente terminar eu vou te matar. Vou te matar. ‘Tô’ te falando sério! Pode gravar, manda lá para a Delegacia da Mulher para aumentar minha condição restritiva. Eu vou te decapitar, vou jogar bola com a tua cabeça lá na frente da cervejaria, lá no lanche.” Tais declarações alarmantes colocam em evidência a gravidade da situação e a necessidade de proteção para a vítima.
Além de suas ameaças recentes, Divoney já possui um histórico criminal. De acordo com informações da polícia, ele é procurado por extorsão mediante sequestro, um crime que ocorreu em dezembro de 2024. Na ocasião, junto com outros quatro indivíduos, o ex-policial abordou uma vítima na saída de um restaurante em Manaus. Armados, eles forçaram a vítima a entrar no próprio veículo e, sob ameaça, exigiram transferências bancárias que totalizaram mais de R$ 71 mil. Durante o sequestro, a vítima também foi fisicamente agredida, conforme relato do delegado responsável pela investigação.
A atual situação do ex-policial evoca preocupações sobre a segurança da ex-companheira e aponta para um padrão de comportamento violento que deve ser tratado com seriedade pelas autoridades. A repercussão do caso levanta questões sobre a efetividade da proteção a mulheres em situações de ameaça e a necessidade de medidas rigorosas para combater a violência de gênero no estado. Nesse contexto, a resposta das autoridades pode ser crucial para garantir não apenas a segurança da vítima, mas também para servir de exemplo na luta contra a impunidade em casos de violência.





