Policial Aposentado é Acusado de Ameaças Gravíssimas à Ex-Companheira
Um caso alarmante vem à tona no Amazonas, envolvendo o policial civil aposentado Divoney Perasa de Souza, que é alvo de um mandado de prisão devido a ameaças brutais feitas à sua ex-companheira. Segundo informações da Polícia Civil do Estado do Amazonas, o acusado retirou à força a vítima de sua residência, puxando-a pelos cabelos e a ameaçando com uma arma de fogo durante todo o trajeto até seu carro. O incidente, que ocorreu antes das ameaças de decapitação, ilustra um padrão de violência e coação que preocupa as autoridades locais.
A situação se agravou após a ex-companheira ir à delegacia registrar uma ocorrência contra Divoney. As ações dele não se limitaram a um simples ato intimidatório; segundo a delegada Patrícia Leão, ele a seguiu até a delegacia, reforçando o clima de medo e apreensão em torno da vítima. Essa atitude não apenas evidenciou a sua tentativa de controle sobre a ex-companheira, mas também levantou questões sérias sobre a segurança de quem busca proteção legal em situações de violência.
Na tarde do dia 8 de abril, um mandado de prisão foi expedido contra Divoney, que agora é considerado um fugitivo pela Polícia Civil. As ameaças feitas pelo policial não foram apenas palavras vazias; em um vídeo que circula nas redes sociais, ele é ouvido afirmando: “Quando a gente terminar eu vou te matar. Vou te decapitar, vou jogar bola com a tua cabeça”, enquanto desdenhava de potenciais ações legais que sua ex-companheira poderia tomar contra ele.
Além das recentes acusações, Divoney já havia enfrentado problemas legais anteriormente. No início de 2025, foi divulgado que ele estava sob investigação por um crime de extorsão mediante sequestro que teria causado um prejuízo superior a R$ 71 mil a uma vítima. Esse crime, que ocorreu em dezembro de 2024, envolveu a abordagem da vítima na saída de um restaurante, onde Divoney e outros cúmplices a ameaçaram e forçaram a realizar transferências bancárias.
Esse caso não apenas destaca a gravidade da violência doméstica, mas também a questão da confiança nas instituições que devem proteger as vítimas. As autoridades devem agir rapidamente e de forma eficaz para garantir que ameaças como essas não se tornem realidade, protegendo aqueles que se encontram em situações vulneráveis. A sociedade aguarda justiça e uma resposta contundente às ações desesperadoras desse ex-agente da lei.






