O dispositivo foi encontrado cuidadosamente escondido entre livros, indicando que a prática de burlar as normas da penitenciária segue sendo um desafio para as autoridades. Em resposta à situação, a Corregedoria-Geral da Secretaria Estadual de Polícia Penal (Seppen) decidiu instaurar um processo disciplinar. O objetivo é investigar não apenas a conduta do preso, mas também a atuação dos servidores que fazem parte da rotina do presídio, visando identificar quaisquer falhas que possam ter permitido a entrada e uso de itens proibidos nas dependências.
Em consonância com essa apuração, foi decidido que Jairinho ficará em regime de isolamento como medida de segurança. Essa decisão reflete um esforço contínuo das autoridades penitenciárias para assegurar o controle dentro das unidades prisionais e prevenir que objetos ilegais entrem nas celas. A Secretaria Estadual de Polícia Penal destaca seu compromisso em manter uma fiscalização rigorosa e constante, visando proteger tanto a segurança dos agentes como a integridade do sistema prisional fluminense como um todo.
O incidente será formalmente registrado na 34ª Delegacia de Polícia, localizada em Bangu, onde as investigações seguirão seu curso. A apreensão do celular na cela de um preso de alta notoriedade como Jairinho levanta questões importantes sobre a gestão das penitenciárias e a eficácia das medidas de segurança destinadas a evitar a circulação de itens não autorizados, que podem comprometer a ordem tanto dentro quanto fora das unidades prisionais.





