Polícia Militar de Alagoas apreende 66 armas e prende 30 pessoas durante a Operação Desarme em todo o país entre 14 e 19 de março.

Polícia Militar de Alagoas Apreende 66 Armas na Operação Desarme

A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) reportou a apreensão de 66 armas de fogo durante a Operação Desarme, realizada entre os dias 14 e 19 de março. Esta iniciativa, que ocorreu em todo o Brasil sob a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teve como principal objetivo combater a violência armada e o tráfico ilícito de armas.

Durante a ação, as unidades especializadas da corporação, incluindo batalhões de Rotam, os Operações Policiais Especiais (Bope), além das companhias de Raio e Choque, realizaram um total de 67 ocorrências. O saldo final também incluiu a prisão de 30 indivíduos, a neutralização de um artefato explosivo e a apreensão de 303 munições. Adicionalmente, a PMAL cumpriu 26 mandados judiciais relacionados a diversos crimes.

Entre as ações destacadas na operação, uma das mais significativas teve lugar no bairro Pontal da Barra, em Maceió, onde foram apreendidas dez armas de fogo de fabricação caseira, todas calibre 12, além de diversas munições. Esse tipo de operação demonstra a preocupação da polícia em desarmar o crime organizado e garantir a segurança da população alagoana.

O tenente-coronel Henrique Jatobá, comandante de Missões Especiais da PM, ressaltou a importância dos resultados obtidos, que não só reforçam o compromisso da PMAL com a segurança da população, mas também se alinham aos esforços nacionais de combate a ações ilícitas. A operação teve um impacto significativo, com mais de 2.000 presos e quase 600 armas apreendidas em todo o país, mostrando a relevância da atuação integrada entre as forças de segurança.

Coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Operação Desarme também causou um prejuízo estimado em R$ 562,5 milhões ao crime organizado. As atuais estatísticas indicam apreensões de 16 toneladas de drogas e mais de 17.000 munições, mostrando que a mobilização das forças de segurança está sendo eficaz.

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou que a operação representa um avanço na política de segurança pública do Brasil. Ele enfatizou a necessidade de ações estruturadas e contínuas para desmantelar os alicerces que sustentam a criminalidade organizada.

Participaram da operação, além da PM, as polícias civil e federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal, garantindo uma atuação coordenada em áreas estratégicas como fronteiras, rodovias, portos e aeroportos. Com base na Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (DNAISP), a operação demonstrou a eficácia de um esforço conjunto entre União e estados, visando desmantelar o fluxo ilícito de armas, que é um dos principais vetores da criminalidade no Brasil.

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