A operação no Brasil abrange todos os estados da federação, com a execução de 159 mandados de busca e apreensão, além de 16 prisões preventivas. Para isso, 503 policiais federais e 243 policiais civis estão mobilizados, refletindo a seriedade da ação, que é coordenada em conjunto com forças policiais de outras nações. Esta estratégia internacional se desdobra simultaneamente em 15 países, onde também mandados semelhantes estão sendo cumpridos.
A delegada da PF, Rafaella Parca, esclareceu que esta operação representa um esforço conjunto entre a Polícia Federal e as polícias estaduais, além de estreita colaboração com organismos de segurança de outros países. O objetivo é a identificação e prisão de indivíduos envolvidos em crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes, intensificando a atuação sobre atividades ilícitas no ciberespaço.
A Justiça brasileira expediu um total de 172 ordens judiciais, com um foco específico na responsabilização de quem armazena, produz, compartilha ou comercializa material ilegal associado a abuso sexual infantil. A PF destaca a importância de desmantelar redes criminosas que atuam nessas atividades.
No âmbito internacional, além do Brasil, a operação foi particularizada em países como Argentina, Panamá, Paraguai, e muitos outros, onde diversas ordens judiciais foram cumpridas para coibir essas práticas deploráveis.
Ademais, essa mobilização acontece no contexto do Maio Laranja, uma campanha nacional que visa conscientizar a população sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes, reforçando a necessidade de proteção e a importância de denunciar esses crimes.
Em um cenário otimista, a PF já revelou que, apenas em 2026, foram cumpridos pelo menos 450 mandados de prisão contra foragidos por crimes sexuais, evidenciando a contínua luta contra esse tipo de criminalidade no Brasil.







