A ação resultou no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, emitidos pela 7ª Vara Federal de União dos Palmares, além da intimação dos envolvidos para que cumpram uma decisão judicial que os impede de acessar a pedreira. Durante a operação, também foi efetuada a prisão de uma pessoa por posse ilegal de arma de fogo.
De acordo com as investigações, uma empresa teria instalado uma pedreira de forma clandestina dentro da Terra Indígena Wassu-Cocal, de onde estariam extraindo ilegalmente pedras e comercializando o material em formato de paralelepípedos.
Os responsáveis pela empresa e pela extração ilegal dos minerais podem ser responsabilizados pelos crimes descritos no artigo 55 da Lei nº 9.605/98, em conjunto com o artigo 2º da Lei nº 8.176/91, conforme previsto no artigo 70 do Código Penal Brasileiro.
A Polícia Federal segue com as investigações para identificar todos os envolvidos nesse esquema ilegal e para garantir que as leis ambientais e de proteção aos territórios indígenas sejam cumpridas. A operação Paralelogramo visa coibir a extração ilegal de minerais e proteger o meio ambiente, além de combater práticas que desrespeitam os direitos dos povos indígenas.







