Este montante histórico, que inclui imóveis, veículos, aeronaves e joias, representa um salto significativo em relação a anos anteriores. Em 2024, as apreensões totalizaram R$ 6,5 bilhões; em 2023, foram cerca de R$ 3 bilhões, e em 2022, o valor ficou abaixo de R$ 1 bilhão. A PF conduziu mais de 4 mil operações em todo o Brasil, destacando um esforço contínuo e intensificado no combate ao crime organizado.
Rodrigues comentou que a estratégia da corporação está focada na “descapitalização” das organizações criminosas, visando retirar poder econômico desses grupos. Ele enfatizou: “Estamos em uma crescente nesse grande esforço para enfraquecer o crime organizado”. Durante o período em análise, a PF registrou 25.997 prisões e cumpriu aproximadamente 11,6 mil mandados de busca e apreensão.
A coletiva contou ainda com a presença do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Souza Oliveira. Ele destacou que a apreensão de 48,3 milhões de maços de cigarros ilegais causou um prejuízo estimado em R$ 241 milhões para as facções que operam no tráfico. O balanço da PRF também revelou a apreensão de 719 toneladas de maconha e 44,3 toneladas de cocaína, representando um aumento considerável em comparação ao ano anterior.
Além disso, a PRF recuperou 7.294 veículos, entre automóveis e caminhões, provocando um impacto financeiro de R$ 400 milhões para os criminosos. Em combate aos crimes ambientais, foram apreendidos 39.367 m³ de madeira extraída de forma ilegal e 213,6 kg de ouro de origem ilícita.
Essas ações da Polícia Federal e da PRF sinalizam um avanço significativo na luta contra o narcotráfico e outras atividades criminosas no Brasil, mostrando um empenho notável em restaurar a ordem e a segurança pública. Com o aumento das operações e das apreensões, as autoridades se mostram cada vez mais comprometidas em desmantelar as estruturas que sustentam o crime organizado no país.







