Dário mantinha um relacionamento com uma das suspeitas envolvidas no crime, uma informação que pegou sua família de surpresa, pois eles não tinham conhecimento sobre o vínculo. O relacionamento entre eles começou em um aplicativo de namoro e, posteriormente, as conversas foram transferidas para o WhatsApp. O acesso da mulher ao celular da vítima é uma evidência que está sendo avaliada pelas autoridades, indicando um possível planejamento prévio do crime.
As investigações realizadas pela Polícia Civil revelaram que, além das suspeitas envolvidas, houve também a participação de um homem em todo o esquema. Após o assassinato, o grupo conseguiu realizar uma transferência financeira via PIX no valor de R$ 1 mil em nome da vítima, além de vender dois celulares pertencentes a Dário por um total de R$ 600. Esses atos demonstram um aparente planejamento que precedeu o crime, reforçando a hipótese de que a motivação principal estava ligada a questões financeiras.
O corpo de Dário foi encontrado em um estado avançado de decomposição, o que indicou o tempo que poderia ter passado desde sua morte até o momento da descoberta. Esse detalhe levanta questões sobre a intenção dos suspeitos em ocultar suas ações. A Polícia Civil está realizando exames periciais no corpo para confirmar a causa da morte e coletar mais provas que possam ser usadas no processo judicial.
Os suspeitos, duas mulheres e um homem, foram presos em flagrante, e as investigações continuam com o objetivo de desvendar todos os aspectos que cercam este crime tragicamente impactante. A comunidade aguarda ansiosamente por mais desdobramentos deste caso, que revela não apenas a fragilidade das relações humanas, mas também os extremos a que algumas pessoas podem chegar por motivos financeiros.
