As investigações que antecederam essa ação revelaram indícios alarmantes sobre o envolvimento de alguns dos alvos com atividades criminosas. Fontes dentro da polícia apontam que esses ex-CACs são suspeitos de fornecer armas e munições a facções que perpetuam atos de violência e crime organizado na região. Tal conexão entre armas legalmente adquiridas por colecionadores e o tráfico de armamentos para o crime é uma preocupação crescente nas autoridades, que buscam sempre mais rigor na regulamentação do uso de armas de fogo.
Os mandados de busca e apreensão estão sendo executados em várias localidades da capital fluminense, além de se estenderem a municípios vizinhos, como Duque de Caxias e Nova Iguaçu, ambos situados na Baixada Fluminense. A operação é coordenada pela Delegacia Especializada em Armas, Munição e Explosivos (Desarme), uma unidade que, com o suporte de outras seções do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), visa fortalecer a segurança pública e desmantelar redes de tráfico de armamentos.
A iniciativa da Polícia Civil reflete uma crescente preocupação com a proliferacão de armamentos nas mãos de civis, especialmente aqueles que, apesar da perda de regulamentação, continuam a manter armas sob seu controle. O combate a essa realidade é visto como um passo necessário para garantir a segurança das comunidades, esclarecendo a importância do controle na posse de armas em um estado que enfrenta desafios relacionados ao crime e à violência. A operação também alerta para a necessidade de uma resposta rápida e eficaz das autoridades diante de atividades ilegais envolvendo armamentos.
