A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), que cumpriam um mandado de prisão preventiva. Os crimes pelos quais Delsinho é acusado incluem formação de milícia privada e comércio ilegal de armamento. As investigações revelaram que, mesmo após ter se tornado um foragido, Delsinho continuava a desempenhar um papel crucial no abastecimento do grupo criminoso, fornecendo grande quantidade de armamentos e munições.
Delsinho já havia sido preso anteriormente em 2023, quando, ao ser abordado pela polícia, reagiu e disparou contra os agentes, resultando em um confronto armado no qual foi baleado. Naquela ocasião, embora tivesse sido preso em flagrante, ele conseguiu a liberdade em seguida. Desde dezembro do ano passado, ele era considerado foragido e as autoridades estavam dedicadas a localizá-lo.
As investigações que levaram à sua captura tiveram lugar ao longo de um mês, culminando na descoberta do seu esconderijo em uma residência de alto padrão. Importante ressaltar que Delsinho não resistiu à prisão, permitindo que a operação fosse concluída sem incidentes adicionais.
O envolvimento de Delsinho na organização criminosa também está relacionado a uma denúncia do Ministério Público, que abrange outros 11 milicianos associados, identificados por apelidos como “Pardal”, “NK”, “Canela”, “China” e “RT”. A denúncia revela a complexa estrutura da milícia, incluindo o controle territorial e o esquema de fornecimento de armas que a sustenta. Após a prisão, Delsinho será apresentado em audiência de custódia e ficará sob custódia da Justiça, com sua situação legal ainda pendente para novas deliberações.







