A operação foi conduzida por equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense e da Capital, que intensificaram as investigações após identificarem padrões suspeitos na movimentação de veículos. A Polícia Rodoviária Federal contribuiu consideravelmente ao notar a repetição de automóveis alugados na Via Dutra, que estavam sendo usados para transportar quantidades expressivas de entorpecentes entre os dois estados.
A primeira abordagem bem-sucedida ocorreu quando a PRF interceptou um desses carros, onde se confirmou o transporte de uma grande carga de haxixe. Esse evento desencadeou uma série de investigações que revelaram a dimensão da rede criminosa. Com o monitoramento contínuo dos movimentos da quadrilha, as equipes conseguiram interceptar outro veículo, resultando na apreensão de mais de 200 quilos da droga.
A estrutura da organização apresenta uma divisão rígida de funções. Enquanto os líderes continuam a operar em São Paulo, coordenando a produção e o envio do haxixe, o indivíduo preso na operação tinha o papel crucial de receber e distribuir a droga no Rio de Janeiro, alimentando diretamente as comunidades dominadas pela facção.
Até o momento, quatro membros da quadrilha foram capturados, incluindo o suspeito arrestado na última ação. As investigações estão longe de terminar, com a Polícia Civil determinada a localizar outros membros foragidos e aprofundar o rastreamento financeiro da organização. Essa operação destaca não apenas o poderio do tráfico de drogas, mas também a interligação das facções criminosas em diferentes estados, demandando um esforço contínuo das forças de segurança para combater essa rede complexa.





