De acordo com informações divulgadas pela polícia, os abusos aconteceram no final de abril. A adolescente foi atraída até a residência do então namorado, onde se deparou com outros adolescentes. A partir desse momento, foi pressionada a manter relações sexuais, sendo submetida a uma série de violências, tanto físicas quanto psicológicas.
O caso assumiu proporções alarmantes quando imagens do estupro foram gravadas por um dos participantes e, subsequentemente, divulgadas através de aplicativos de mensagens e redes sociais. Para agravar a situação, os adolescentes estariam comercializando os vídeos a um preço de R$ 5. Somente após a circulação das gravações, a mãe da vítima tomou conhecimento da tragédia e, na noite da quarta-feira anterior à operação policial, entrou em contato com a Deam para formalizar a denúncia.
A adolescente prestou depoimento à polícia, confirmando a extensão do abuso e a participação dos oito meninos investigados. Graças à eficiência das investigações, a polícia conseguiu identificar todos os envolvidos em um curto espaço de tempo.
Com base nas evidências coletadas, a Polícia Civil solicitou a internação provisória dos adolescentes. Para os seis apreendidos, foram cumpridos mandados de busca e apreensão por atos infracionais relacionados a estupro coletivo de vulnerável e à divulgação de cenas de agressão sexual. As investigações estão em andamento, com a firme intenção de localizar e apreender os dois adolescentes que ainda permanecem foragidos. A sociedade aguarda ansiosamente por justiça em um caso que lança luz sobre a necessidade urgente de proteger as crianças e adolescentes contra abusos e violências.
