A operação teve como principal alvo a venda de produtos esportivos falsificados, destacando-se a comercialização de camisas de seleções que participarão do mundial, com ênfase nas vestimentas da seleção brasileira. Além dos álbuns e figurinhas, cerca de duas mil camisas falsificadas também foram confiscadas pelos agentes. As ações se concentraram em localidades conhecidas por seu comércio popular, como a Avenida Valtier, no Canindé, e as ruas 24 de Maio e Dom José de Barros, na região da República.
A operação foi coordenada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Antipirataria, que têm atuado com rigor no combate à pirataria e à proteção da propriedade industrial. Durante a ação, cinco pessoas foram detidas em flagrante. Os suspeitos, que могутhine por infringir a Lei Geral do Esporte, enfrentarão acusações de crime contra a propriedade industrial. As identidades dos detidos não foram divulgadas, e até o momento suas defesas não foram localizadas ou se manifestaram sobre as prisões.
Essa apreensão destaca a preocupação das autoridades com a pirataria no setor esportivo, especialmente em um período de grande visibilidade como o da Copa do Mundo. Além do impacto financeiro e da proteção aos direitos autorais, a operação também busca garantir que os torcedores adquiram produtos legítimos e de qualidade, evitando enganos e prejuízos.
As ações da Polícia Civil reafirmam o compromisso em coibir práticas ilegais e proteger tanto os consumidores quanto a indústria esportiva, numa época em que o futebol é uma paixão nacional e atrai a atenção de milhões de torcedores em todo o Brasil.
