Segundo informações obtidas, o PL iniciou um esforço concentrado para buscar apoio dos presidentes de partidos do centrão, como PSD, Republicanos e União Brasil, que juntos possuem 197 deputados. O objetivo é conseguir fechar os 257 votos necessários para apresentar o projeto de anistia até o carnaval.
Porém, a proposta ainda aguarda a criação de uma comissão especial, e os bolsonaristas estão pressionando o presidente da Câmara, Hugo Motta, para pular essa etapa e levar o texto diretamente ao plenário. Recentemente, o partido enfrentou problemas de “infidelidade” na bancada, com uma parte dos deputados votando contra as orientações do partido.
As divergências entre os parlamentares ligados a Bolsonaro e aqueles que já estavam no partido desde os tempos do Centrão são frequentes, causando atritos na legenda. Valdemar Costa Neto, influente na ala mais antiga do partido, foi acionado para convencer os aliados a apoiarem o bolsonarismo nessa pauta.
Em meio a essas disputas internas, o PL busca construir uma base sólida de apoio para garantir a aprovação do projeto de anistia. O desfecho dessas negociações terá um impacto significativo no cenário político atual, refletindo nas relações de poder dentro do partido e no Congresso Nacional.







