De acordo com relatos de moradores, o ataque teria sido desencadeado por uma discussão entre Gabriela e seu companheiro, que é o tutor do animal. Informações adicionais levantadas por vizinhos revelam que o pitbull, que estava sem focinheira no momento do ataque, vivia sob condições precárias e frequentemente sofria maus-tratos por parte de seu responsável. Davi Bastos, um morador local, destacou essa realidade, mencionando que o cão parecia estar bem sob os cuidados da mãe do tutor, mas, após a transferência de responsabilidade, o animal começou a viver em condições adversas, com fome e sede, o que poderia ter contribuído para seu comportamento agressivo. Segundo ele, o pitbull já havia atacado outros animais e demonstrado comportamentos ameaçadores em relação a crianças.
Após o ataque, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais tomou medidas, resgatando o cão nesta sexta-feira, 7 de outubro. O pitbull foi levado ao Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura, localizado em Santa Cruz, na Zona Oeste, onde receberá os cuidados necessários, como castração e vacinação. A secretaria constatou que o animal vivia em condições insalubres dentro do apartamento.
A secretária de Proteção e Defesa dos Animais, Jeniffer Coelho, comentou sobre a situação, ressaltando a necessidade de medidas preventivas. Ela afirmou que o animal não deve ser responsabilizado pela agressão e criticou a irresponsabilidade do tutor em permitir que o pitbull circulasse livremente pelo condomínio, sem focinheira. Esse episódio ressaltou a importância do manejo responsável de animais domésticos e a necessidade de conscientização sobre a segurança tanto dos pets quanto das pessoas ao redor.







