Desse total, 613 mil barris foram de gás natural, enquanto a produção de óleo alcançou 2,580 milhões de barris diários. O pré-sal se destacou, contribuindo com 2,19 milhões de barris por dia, consolidando sua importância na matriz de produção da empresa. Em comparação com o último trimestre de 2025, a produção demonstrou um incremento de 3,7%.
Além da quantidade expressiva de produção, a Petrobras também informou que 3,197 milhões de barris foram extraídos em suas operações locais, excluindo a produção internacional. O desempenho positivo nos campos de Búzios e nas áreas de Alexandre de Gusmão, Mero, Anna Nery, Anita Garibaldi, Marlim e Voador foi crucial para alcançar esses números expressivos. A companhia também colocou dez novos poços em funcionamento, sendo sete localizados na Bacia de Campos e três na Bacia de Santos durante o primeiro trimestre.
Recentemente, a Petrobras tem ocupado espaço nas notícias com projetos ambiciosos, incluindo o estudo para a recompra da refinaria de Mataripe, negociações para exploração conjunta no Golfo do México com a Pemex e o reinício da construção de uma fábrica de fertilizantes em Três Lagoas, no estado do Mato Grosso do Sul. As ações da Petrobras, que estão sendo cotadas a R$ 47 pela primeira vez desde 2008, refletem uma recuperação significativa nos investimentos da companhia. A empresa projeta a autossuficiência em diesel até 2030, mostrando uma verdadeira reviravolta em sua trajetória recente.
Esses desenvolvimentos indicam que a Petrobras continua a desempenhar um papel fundamental não apenas na economia brasileira, mas também numa estratégia de expansão regional, em um contexto em que a segurança energética e a autossuficiência são cada vez mais cruciais em nível global.
