Pesquisa revela hábitos sexuais da geração Y: 83% fizeram sexo no último ano, mas 62% desejam mais e 32% culpam estresse e ansiedade.

Um tema de grande interesse para muitos atualmente é a questão das diferenças geracionais, em especial quando se trata da competição entre millennials e geração Z. Estas duas gerações, conhecidas por serem as mais presentes no mundo online, frequentemente são alvo de comparações, inclusive no que diz respeito à vida sexual.

Estudos apontaram que os jovens adultos da geração Y, os millennials, estavam fazendo significativamente menos sexo em comparação com as gerações mais velhas e mais jovens, o que despertou a curiosidade sobre qual dessas gerações teria uma vida sexual mais ativa. Para investigar essa questão, a marca de produtos eróticos Lelo organizou uma pesquisa com adultos nascidos entre 1981 e 1996.

Com mais de 8 mil respostas de jovens de todo o mundo, a pesquisa revelou que 83% dos entrevistados tinham feito sexo no último ano. Um quinto (20%) afirmou fazer sexo pelo menos dez vezes por mês, sendo que quase 15% chegam a praticar sexo até quinze vezes mensalmente. Além disso, 62% dos participantes manifestaram desejo de aumentar a frequência sexual.

Os resultados também apontaram que 32% dos entrevistados identificaram o estresse e a ansiedade advindos da vida cotidiana como os principais obstáculos para uma vida sexual mais ativa. A imagem corporal e problemas mentais foram citados por 8% e 6% dos participantes, respectivamente. Surpreendentemente, 27% consideram os brinquedos sexuais e a masturbação como uma parte normal de suas vidas diárias, independentemente da presença de um parceiro.

Apesar desses dados, a pesquisa revelou que a maioria dos entrevistados (57%) ainda tem interesse em relacionamentos monogâmicos. Por outro lado, três quartos dos participantes admitiram nunca ter explorado fantasias, BDSM e outros fetiches.

Em resumo, a pesquisa da Lelo evidenciou uma realidade complexa e multifacetada em relação aos hábitos sexuais da geração Y, mostrando que as questões ligadas ao sexo vão muito além da simples comparação entre diferentes grupos etários.

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