Deste total, mais de 61 mil policiais da Polícia Nacional do Peru e cerca de 45 mil membros das Forças Armadas serão destacados para atuar em mais de 10 mil locais de votação espalhados pelo território nacional. Arroyo Sánchez classificou essa mobilização como um evento histórico, enfatizando que o objetivo primordial é assegurar que os cidadãos possam exercer seu direito de voto de maneira livre e ordenada.
Neste evento eleitoral, mais de 27 milhões de peruanos estão convocados a ir às urnas. Eles terão a responsabilidade de eleger um novo presidente—o nono nos últimos dez anos—dois vice-presidentes, 60 senadores e 130 deputados federais, além de cinco representantes para o Parlamento Andino, que inclui países como Bolívia, Colômbia e Equador. Esta eleição também se destaca pelo expressivo número de candidatos à presidência, com 35 postulantes inscritos, estabelecendo um recorde histórico para a nação andina. Em uma tentativa de promover a diversidade, todas as chapas presidenciais devem incluir pelo menos uma mulher entre seus candidatos.
Enquanto isso, especialistas alertam que a apatia do eleitorado e a falta de informações podem ser fatores que influenciem o desenrolar das votações. A mobilização das forças de segurança é vista como uma resposta a estas preocupações, com o intuito de criar um ambiente propício para que a população exerça sua soberania sem receios.
A expectativa é de que, apesar dos desafios, as eleições ocorram de forma tranquila e que a vontade popular seja respeitada, trazendo estabilidade e esperança para o futuro político do país.
