Com o intuito de fortalecer sua presença no mercado institucional, a Peak Invest está se unindo a grandes gestoras e investidores. Essa estratégia não apenas ampliará a escala de suas operações, como também permite um maior aproveitamento das oportunidades de crédito. Como parte dessas mudanças, a companhia anunciou Diego Silva como novo vice-presidente do grupo. Silva será o responsável pela nova divisão voltada para o mercado institucional e está em vias de integrar a estrutura acionária da empresa.
A reestruturação dos esforços de originação junto a investidores institucionais tem se mostrado um movimento natural para a Peak. Segundo Diego Silva, o reposicionamento amplifica a previsibilidade e a rapidez na alocação de recursos, um aspecto crucial para o crescimento sustentável da empresa.
Essa expansão será acompanhada por investimentos em tecnologia, compliance e governança. Essas medidas são essenciais para padronizar e personalizar processos, garantindo que a gestão das cotas esteja alinhada às necessidades dos parceiros, como Riza Asset, Exa Capital e Sinai Capital. A Peak continua a atuar como cotista subordinada júnior nas operações, demonstrando seu comprometimento com a segurança e a integridade de seus negócios. Além disso, a empresa está constantemente atualizando seus mecanismos de prevenção a fraudes, em conformidade com o seu novo estágio institucional.
Diego também enfatiza que os processos de controle financeiro da Peak são rigorosos e sofreram aprimoramentos significativos. A empresa opera com a pulverização de riscos, abrangendo convênios nos níveis estadual, municipal e federal, e mantendo mais de 60 credenciamentos. A conciliação de repasses, cobranças e baixas é realizada mensalmente, o que assegura proteção e transparência a todos os credores.
Atualmente, a Peak Invest opera predominantemente por meio de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), que adquirem as Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) resultantes dos empréstimos concedidos. Para o lançamento de novos fundos, o patrimônio mínimo considerável gira em torno de R$ 100 milhões, com previsões de retorno que variam entre CDI + 4% e CDI + 5,5% nas cotas sêniores, atraindo investidores em busca de maiores rendimentos.





