Segundo informações da polícia, a vítima foi forçada a realizar transações bancárias no valor de R$ 40 mil antes de ser morta. Os criminosos utilizaram o carro de Santos para desovar o corpo, que posteriormente foi trocado por drogas.
Durante a operação, um dos faccionados indicou aos policiais militares o local onde o corpo de Santos foi abandonado. Ele detalhou os passos do crime macabro, admitindo que a vítima foi rendida com uma faca e mantida amarrada por um dia e meio.
Com frieza, o criminoso confessou o assassinato e a disposição do cadáver em uma mata próxima. Outro integrante do grupo criminal corroborou a participação da sua companheira no crime, enfatizando que ela ajudou a jogar o corpo da vítima.
Além das prisões, a polícia também apreendeu drogas ilícitas, como skunk e a substância conhecida como “icedrive”, bem como uma balança de precisão utilizada pelos criminosos.
Imagens da vítima em cárcere foram divulgadas pelas autoridades, mostrando o terror vivenciado por Santos nos dois dias em que foi mantido em cativeiro. O caso chocou a população de Goiás e reforçou a necessidade de combate ao crime organizado no estado.






