Para Miklos, a escolha dessa música é profundamente pessoal. Ele recorda um momento especial de sua juventude, associado ao novo e à alegria. “Essa canção traz um momento muito específico e feliz da minha vida. Foi durante as férias de verão, na praia, acompanhando uma namorada e assistindo ao Beto Guedes se apresentando ao vivo. A obra se tornou um hino de fraternidade. Ouvir essa criação de Beto e Ronaldo foi fundamental para a minha formação artística”, revela o artista, repleto de nostalgia.
O novo álbum de Miklos, que está sendo produzido por Rafael Ramos e Otávio de Moraes, promete trazer uma abordagem renovada à música brasileira. O disco é pautado em uma coletânea de canções afetivas que marcaram a trajetória do cantor ao longo dos anos. Cada faixa do repertório carrega consigo memórias e experiências particulares, permitindo que o artista tenha uma conexão íntima com as canções. “São canções que eu reuni entre vivências durante esses anos todos. Elas estão interligadas a momentos marcantes e são queridas porque têm o poder de me transportar para sensações e eventos decisivos”, explica Miklos.
Na nova versão de “O Sal da Terra”, a música se apresenta de forma ainda mais vibrante, contando com o apoio de uma banda completa. O arranjo inclui cordas e metais, enriquecendo a sonoridade sem perder a essência da composição original. A escolha dessa canção como o primeiro lançamento do álbum é intencional, pois reforça a mensagem de esperança, união e generosidade, temas que permanecem universais e relevantes até os dias de hoje. Miklos, com sua sensibilidade artística, busca não apenas reviver memórias, mas também conectar-se com o público por meio da música que inspira e ressoa com todos.







