Malafaia, que já havia feito críticas a Bolsonaro no passado, elogiou a postura do presidente e ressaltou que esta foi a primeira vez que ele fez política como um verdadeiro político. Em suas palavras, Malafaia afirmou: “Foi a primeira vez que ele foi pragmático. É a primeira vez que Bolsonaro faz política como político”. O líder evangélico também criticou a atitude de Marcel Van Hattem, do partido Novo, que não seguiu a orientação de Bolsonaro e lançou sua própria candidatura à presidência da Câmara.
Por outro lado, Malafaia fez ressalvas em relação a Davi Alcolumbre, novo presidente do Senado, destacando que não deseja ter contato com ele devido a questões passadas. No entanto, o líder evangélico entende que Bolsonaro tomou a decisão de apoiar Alcolumbre pensando no futuro.
A aliança entre Bolsonaro, Motta e Alcolumbre fez com que o PL assumisse a 1ª vice-presidência tanto na Câmara quanto no Senado. O partido indicou o deputado Altineu Côrtes e o senador Eduardo Gomes para ocuparem essas posições.
Diante desse cenário, a direita se vê dividida entre os apoiadores de Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Fabio Wajngarten, que defenderam a atuação do PL no Congresso, e conservadores mais ideológicos, como Ricardo Salles e Van Hattem, do Novo, que se opuseram às indicações feitas por Bolsonaro. Para Salles, os votos de Van Hattem representam os verdadeiros valores da direita liberal conservadora.
Em resumo, a postura de Bolsonaro ao apoiar Motta e Alcolumbre gerou divisões na direita brasileira, mostrando um embate entre pragmatismo e ideologia. Malafaia, como um dos principais líderes evangélicos do país, manifestou seu apoio ao presidente nesse momento crucial para a política nacional.







