O advogado e comunicador Tiago Pavinatto foi o intermediário nessa conversa, enviando uma mensagem a Marçal perguntando se ele iria ao evento. Ao não receber uma resposta, Pavinatto ligou para Marçal, que ainda não atendeu. Em seguida, Pavinatto informou que estava jantando com Malafaia e que gostaria de vê-lo antes do início do evento no dia seguinte.
Somente mais tarde, Pablo Marçal respondeu, ignorando a pergunta sobre sua presença no ato, e simplesmente pediu para mandar um abraço para Malafaia. Em seguida, Pavinatto informou que Malafaia já havia se recolhido e que se encontraria com ele no hotel antes do início dos discursos.
No entanto, durante o ato do 7 de setembro, Malafaia e Marçal protagonizaram um momento de atrito. Marçal foi impedido de subir no carro de som, alegadamente por ter chegado após o encerramento dos discursos contra Alexandre de Moraes. Malafaia acusou o candidato de usar o protesto com intenções eleitorais, enquanto Marçal afirmou que Malafaia teria instruído os seguranças para impedi-lo de subir no palco de forma premeditada.
Esse episódio mostra o clima de tensão e disputa que marcou o ato do 7 de setembro, evidenciando as diferenças de visões e interesses entre os envolvidos. A polêmica envolvendo Malafaia e Marçal certamente continuará sendo assunto de discussão nos próximos dias, ressaltando a importância e repercussão desse evento na política brasileira.
