Os terraplanistas, que muitas vezes mencionam o Tratado da Antártica de 1959 como forma de justificar a restrição de visitas civis ao continente gelado, tiveram sua convicção abalada durante a jornada. O influenciador terraplanista Jeran Campanella, um dos integrantes do grupo, pôde testemunhar de forma direta o fenômeno do Sol da Meia-Noite, que ocorre devido à inclinação axial da Terra e é impossível em um planeta plano.
Essa observação foi crucial para abalar as bases da teoria da Terra plana defendida pelos participantes da expedição. A experiência de ver o Sol brilhando constantemente durante 24 horas por dia foi um ponto de virada para muitos, que reconheceram a consistência da explicação científica sobre o fenômeno.
Dessa forma, a viagem à Antártica liderada pelo pastor do Colorado não apenas proporcionou uma experiência única aos terraplanistas, mas também serviu como um divisor de águas em relação às suas convicções. A evidência do Sol da Meia-Noite, típico de um planeta esférico, foi um ponto de mudança para diversos participantes, que agora repensam suas crenças sobre a forma da Terra.





