O episódio se desenrolou em um momento de grande fluxo de passageiros, e o clima dentro do ônibus, já tenso pela superlotação, gerou preocupação entre os demais ocupantes. Testemunhas afirmaram que o jovem começou a passar mal de repente, levando os colegas de viagem a se mobilizarem rapidamente. Ao perceberem que Lucas não respondia a estímulos, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O motorista do ônibus, por sua vez, tomou a iniciativa de parar o veículo para permitir que as equipes de socorro pudessem prestar assistência.
Uma equipe de motolância do Samu, que utiliza motocicletas para uma resposta mais rápida em áreas com tráfego intenso, chegou imediatamente ao local. Os socorristas realizaram os primeiros atendimentos e, durante o processo, Lucas começou a apresentar sinais de recuperação, respondendo de forma fraca aos estímulos e conseguindo movimentar a cabeça.
Informações preliminares indicam que Lucas, que estava a caminho do trabalho, pode ter tomado um medicamento para dormir, o que possivelmente contribuiu para seu desmaio. Enquanto isso, a situação gerou apreensão entre os passageiros e chamou a atenção dos transeuntes que passavam pela avenida. A família do jovem foi contatada por meio de seu celular, que estava na posse de um dos passageiros.
O estado de saúde de Lucas permanece incerto, e novas atualizações sobre seu quadro clínico ainda não foram divulgadas até o fechamento desta matéria. Este incidente levanta preocupações sobre a segurança e as condições de transporte público em horários de pico, onde a superlotação pode representar riscos à saúde dos passageiros.







