O árbitro Bruno Monteiro Cunha, com origens na Paraíba, se viu obrigado a adiar o início do jogo por conta da ausência do veículo de emergência, que é crucial para garantir a segurança dos atletas durante o evento esportivo. Enquanto a situação se desenrolava, os preparadores físicos das duas equipes foram acionados para realizar atividades de aquecimento com os jogadores em campo, tentando manter o ritmo e a concentração dos atletas até que a partida pudesse ser reiniciada.
O que era para ser uma tarde de entretenimento e rivalidade saudável se transformou em um momento de tensão e insatisfação nas arquibancadas. Torcedores de ambas as equipes manifestaram seu descontentamento com a situação, que não só prejudicou o andamento do jogo, mas também gerou uma atmosfera desconfortável entre os presentes.
Quando a competição finalmente foi retomada, à marca dos 53 minutos, o CSA não perdeu tempo e rapidamente ampliou sua vantagem, marcando um gol apenas um minuto depois. O CSE, em resposta, conseguiu diminuir a desvantagem aos 57 minutos, mas o CSA se destacou novamente, fazendo dois gols em sequência aos 59 e 65 minutos. A partida só foi oficialmente encerrada aos 80 minutos, mas o tumulto e as interrupções geraram questionamentos sobre a infraestrutura de segurança e a logística do estádio.
Esse episódio levanta importantes discussões sobre a preparação adequada para eventos esportivos e a necessidade de garantir que todas as medidas de segurança estejam em pleno funcionamento, a fim de evitar situações semelhantes no futuro.





