A parentalidade positiva é uma estratégia baseada em estudos científicos que demonstram o impacto positivo ou negativo das ações parentais no desenvolvimento infantil. A psicóloga Elisa Altafim ressalta a importância de práticas positivas na relação entre pais e filhos, pois isso pode influenciar diretamente na saúde e bem-estar das crianças quando se tornarem adultas. Por outro lado, a falta de cuidado e a presença de violência na infância podem acarretar problemas sérios no futuro, como câncer, obesidade e distúrbios mentais.
Nesse contexto, o fotógrafo Lourenço Cardoso decidiu desde cedo se preparar para ser um pai positivo e dedicado ao desenvolvimento de seus filhos. Com base em seu conhecimento em antropologia e muita conversa com a esposa, ele conseguiu criar uma relação de diálogo e respeito com João Moreno e Lia, seus filhos. Para Lourenço, é fundamental reconhecer a criança como um indivíduo capaz de compreender e participar ativamente da vida em sociedade.
A nova lei proposta reforça a importância de políticas públicas que apoiem a parentalidade positiva e incentivem a criação de programas que promovam o diálogo e a educação sem violência. Elisa destaca a necessidade de romper com o ciclo de violência que muitas famílias perpetuam ao longo das gerações e ressalta a importância de programas municipais, estaduais e federais que ofereçam suporte às famílias e estimulem práticas educativas positivas.
Portanto, a parentalidade positiva e o direito ao brincar se tornam não apenas uma lei, mas uma ferramenta essencial para garantir um futuro melhor para nossas crianças, onde o amor, o diálogo e o respeito sejam a base de uma sociedade mais saudável e justa.





