O trágico desfecho aconteceu na noite de quinta-feira. Uma semana antes, Adriano havia sofrido um mal súbito que inicialmente foi diagnosticado como um acidente vascular cerebral (AVC). Na sequência, exames revelaram a gravidade da situação, mostrando o rompimento de um aneurisma. A família, embora devastada, tomou a corajosa decisão de atender ao desejo do atleta de ser doador de órgãos, permitindo que sua vida continue a impactar outros.
Durante o velório, lembranças da trajetória de superação de Adriano foram compartilhadas. Seu irmão, Alex Costa, destacou a resiliência do paratleta, afirmando que ele se tornou um símbolo de inspiração para muitos. Alex enfatizou que apesar das limitações impostas pela vida, Adriano sempre se destacou, motivando pessoas ao seu redor a não desistirem de seus sonhos. A esposa de Adriano, Taíse Alves, emocionada, contou como seu companheiro influenciou positivamente sua vida, ensinando-a a enfrentar desafios e buscar forças onde parecia não haver.
Profissionais da saúde, como o neurocirurgião Bruno Bandeira, explicaram as complexidades do aneurisma cerebral, alertando sobre a imprevisibilidade dessa condição. A perda de Adriano foi keenmente sentida nas comunidades esportivas, em especial pelo presidente da Federação Alagoana de Fisiculturismo, Jackson Oliveira, que expressou seu pesar e gratidão pelo legado deixado pelo atleta.
A doação de órgãos, uma decisão difícil, foi vista pela família como uma forma de manter viva a essência de Adriano, proporcionando esperança e novos começos a outras pessoas. Em um gesto de amor e respeito, a família acredita que, através dessa ação, Adriano continuará a viver, iluminando a vida de muitos outros e reafirmando o papel fundamental que ocupou na comunidade.
