A cidade de Arapiraca foi politicamente emancipada em 30 de maio de 1924, graças à aprovação da lei sancionada pelo então governador Fernandes Lima. Contudo, imprevistos, como dificuldades climáticas e o final de mandato do governador, adiaram as celebrações oficiais para o dia 30 de outubro de 1924, sob a nova administração de Costa Rego. Desde então, essa data foi consagrada como o dia de celebrar a história e as conquistas da cidade que se desenvolveu no coração de Alagoas.
Na ocasião, Nezinho aproveitou para prestar uma homenagem aos deputados presentes, concedendo-lhes medalhas alusivas ao centenário de Arapiraca. Ele expressou o orgulho que sente ao celebrar esse marco significativo, reiterando a importância de recordar e homenagear as raízes da cidade. A medalha é um símbolo que reconhece não só os desafios e vitórias do século passado, mas também o potencial e as aspirações futuras de Arapiraca e de seus cidadãos.
O ato de entrega da medalha foi acompanhado por apartes emocionados de outros parlamentares. Inácio Loiola (MDB), Breno Albuquerque (MDB) e Gilvan Barros (MDB) fizeram elogios a Nezinho, destacando seu papel como um representante fervoroso e honesto dos interesses arapiraquenses. Loiola, em nome de todos os conterrâneos, agradeceu a Nezinho, reconhecendo-o como um “patrimônio vivo” da cidade. Albuquerque, também natural de Arapiraca, manifestou seu orgulho por suas raízes e celebrou os 100 anos de história e trabalho árduo do povo local. Gilvan Barros, por sua vez, enalteceu Arapiraca como a “capital do interior”, um lugar de acolhimento e força para toda a região agrestina.
Esta celebração do centenário não foi apenas uma ocasião de rememoração, mas também um convite à reflexão sobre o papel contínuo de Arapiraca na história e no futuro de Alagoas. Comemorando 100 anos de autonomia política, Arapiraca permanece como um símbolo de resiliência, crescimento e esperança.






