A iniciativa é vista como uma oportunidade não apenas para modernizar e expandir o sistema de saúde, mas também para fomentar o turismo e estimular a economia local. De acordo com especialistas, o Paquistão possui vários atributos que o tornam um candidato forte para desenvolver um robusto setor de turismo médico. Entre essas características estão o elevado número de médicos qualificados, um setor privado de saúde em expansão e uma gradativa adoção de práticas médicas ocidentais, com muitos profissionais tendo estudado ou trabalhado fora do país.
Os principais alvos dessa ação incluem países do Oriente Médio, tais como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Omã e Bahrein. Essas regiões apresentam uma demanda elevada por serviços de saúde e são bem conectadas por voos diretos, além de já manterem laços estreitos com o Paquistão. Na Ásia Central, nações como Uzbequistão, Tajiquistão, Quirguistão e Turcomenistão também estão sendo consideradas como potenciais fontes de pacientes.
Além dos benefícios econômicos, os especialistas afirmam que o turismo médico pode desempenhar um papel importante na diplomacia, auxiliando no fortalecimento de laços regionais e melhorando a percepção do Paquistão no cenário internacional. Esse projeto, portanto, se desdobra como uma estratégia multifacetada que poderá não apenas revitalizar o setor de saúde, mas também criar um ambiente mais positivo para o país no contexto global. A abordagem paquistanesa promete transformar o cenário da saúde na região, posicionando o país como uma alternativa viável para tratamentos médicos de qualidade.




