Durante a audiência, o presidente Petro destacou a importância do diálogo com o Pontífice, ressaltando questões cruciais para a sociedade colombiana e a importância da Igreja no processo de paz do país. Após a reunião com o papa, o líder colombiano se encontrou com o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé. Esta segunda conversa contou também com a presença de monsenhor Daniel Pacho, subsecretário para o Setor Multilateral das Relações com os Estados e Organizações Internacionais.
Conforme indicado em um comunicado oficial, os dois encontros foram marcados por um tom otimista em relação às relações bilaterais entre a Colômbia e o Vaticano. O documento afirmou que a colaboração contínua entre a Igreja e o Estado tem sido fundamental para a promoção da paz e da reconciliação no país sul-americano. Além disso, as discussões abrangeram a atual situação sociopolítica da Colômbia, incluindo a análise de fatores como o impacto dos conflitos internos, a criminalidade internacional e as consequências das mudanças climáticas, tópicos considerados essenciais para a estabilidade e o desenvolvimento da região.
Ao chegar à Itália na segunda-feira, 29 de junho, Petro já havia indicado que a reunião com o papa abordaria a necessidade de se revelar a verdade sobre diversos aspectos da realidade colombiana. Ele também enfatizou que as bandeiras defendidas pelo pontífice, que incluem a justiça social e a busca por paz, ressoam profundamente com os desafios enfrentados pela humanidade contemporânea.
Este encontro não apenas reforçou os laços entre a Colômbia e a Igreja Católica, mas também trouxe à tona a relevância do papel do Vaticano nos debates sobre a paz e a justiça social, vitais para o futuro da nação e da região como um todo.
