Ele explicou que uma narrativa distorcida havia surgido em decorrência de comentários feitos por Trump no início da viagem. “No primeiro dia, o presidente fez algumas declarações sobre mim, que geraram um certo alvoroço”, afirmou. O papa ressaltou que muitos dos comentários que se seguiram eram meras interpretações sobre o que havia sido dito, pouco refletindo suas verdadeiras intenções ou mensagens. “O discurso que pronunciei no Encontro de Oração pela Paz, realizado no dia 16, foi elaborado semanas antes e não tinha qualquer relação com as declarações do presidente,” completou, enfatizando que seu foco é totalmente diferente.
Na avaliação geral da viagem, Leão XIV expressou satisfação pelos três dias passados em Camarões, um país que ele caracteriza como o “coração da África”, devido à sua rica diversidade cultural e étnica. A missão do papa na região, segundo ele, é essencialmente pastoral, tendo como principal objetivo o fortalecimento da comunidade católica africana.
Além disso, durante suas declarações, o papa defendeu a importância da paz e do diálogo inter-religioso. “Minha vinda à África é, acima de tudo, como pastor e chefe da Igreja Católica, para celebrar e encorajar todos os católicos africanos,” enfatizou. Ele reforçou a necessidade de promover a fraternidade e a aceitação entre diferentes religiões, seguindo o exemplo de seu antecessor, o papa Francisco, que valorizava o diálogo como uma via essencial para a construção da paz em todo o mundo.
Leão XIV continua a inspirar e a unir pessoas em sua busca por harmonia, destacando que a compreensão entre diferentes culturas e credos é primordial para um futuro pacífico.
