A presença de Francisco nesta celebração tão importante despertou preocupações sobre sua saúde, especialmente depois de ter cancelado a participação no Via Crucis na sexta-feira, alegando a necessidade de preservar sua saúde antes da vigília do Sábado Santo e da Missa de Páscoa. No entanto, o Pontífice oficiou a cerimônia de sábado normalmente, sem demonstrar sinais de fadiga.
Durante a liturgia, o Papa denunciou a crueldade do ódio e a barbárie da guerra, falando sobre a importância de superar muros de egoísmo e indiferença. Após a cerimônia, Francisco cumprimentou os fiéis, abençoando-os com vigor enquanto avançava em sua cadeira de rodas pelo corredor central da basílica.
A cancelação de última hora do Via Crucis e a falta de comunicação do Vaticano sobre a saúde de Francisco aumentaram as preocupações, principalmente considerando sua idade avançada e histórico de problemas de saúde. A Semana Santa é uma maratona de compromissos para o Papa, que nos últimos anos tem enfrentado desafios de saúde, como uma bronquite que o levou a ser hospitalizado no final de fevereiro.
Apesar das especulações sobre uma possível renúncia, o Papa Francisco reiterou recentemente que não tem motivos sérios para deixar o cargo, enfatizando que só o faria em caso de grave impedimento físico. A incerteza sobre seus planos de viagem futuros permanece, tendo em vista os desafios de saúde que tem enfrentado nos últimos tempos. A missão na Indonésia, programada para setembro, parece ser a próxima em sua agenda, mas sem confirmação oficial do Vaticano.







