Essa inovação faz parte do Projeto de Lei 2.942/2024, recentemente aprovado pelo Senado Federal em 18 de março. De acordo com a nova legislação, a imposição da tornozeleira eletrônica será imediata, uma ação que visa aumentar a proteção de vítimas em potencial, além de permitir que delegados em municípios onde não há juízes possam tomar essa decisão. A proposta também contempla a ampliação dos recursos públicos destinados à aquisição de equipamentos de monitoramento, essencial para facilitar o controle dos indivíduos acusados de violência.
O foco no combate à violência contra as mulheres se alinha à estratégia do governo de priorizar essa temática em suas ações públicas. O Presidente Lula, atento ao contexto social e ao eleitorado feminino, tem consolidado o enfrentamento ao feminicídio como uma das bandeiras do seu governo. Em fevereiro, o presidente lançou o “Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio”, um compromisso formal que busca abordar de forma eficaz e abrangente esta questão que afeta tantas famílias brasileiras.
A realização deste evento no Palácio do Planalto não é meramente simbólica, mas uma ação que busca trazer à tona a urgência de medidas concretas para proteger as vítimas de violência. Trata-se de um passo importante no fortalecimento de políticas públicas de segurança que visam garantir a integridade das mulheres e crianças em nossa sociedade. Com essa nova legislação, espera-se um avanço significativo no controle e na punição dos agressores, contribuindo para a construção de um ambiente mais seguro e justo para todos.
