Em um desabafo emocional, o pai de Lannya relatou que sempre se opôs ao relacionamento da filha, alertando sobre os riscos associados às ameaças e à violência que ela enfrentava. Segundo ele, a jovem vivia sob constante tensão, sendo cercada por episódios de conflito e intimidação, especialmente quando tentava pôr fim à relação. “Minha filha foi mais uma vítima desse mundo das drogas”, afirmou o pai, ressaltando a influência negativa que o consumo de substâncias pode ter nas relações interpessoais.
A dor do pai não se resume apenas à perda de sua filha. Ele compartilhou que Lannya havia sofrido um aborto espontâneo no ano anterior após uma agressão física, perpetrada pelo ex-parceiro durante uma discussão. Essa tragédia familiar levou a família a solicitar medidas de proteção para a jovem, mas a resposta das autoridades foi frustrante. O pai informou que o suspeito não foi encontrado quando tentaram localizá-lo, apesar de haver outros registros de violência atribuídos a ele. “Já teve relato também de espancamento em outras meninas”, destacou.
O apelo do pai a outros responsáveis foi claro: a necessidade de uma vigilância mais ativa sobre os filhos e seus relacionamentos. “Cobre mais dos filhos, dê uma atenção maior”, exortou, sempre enfatizando a importância de conhecer as amizades e acompanhar os jovens em suas atividades cotidianas.
Por fim, ele expressou determinação em buscar justiça, afirmando que não desistirá até que os responsáveis sejam punidos. Sua luta, segundo ele, é não apenas por sua filha, mas para que outras famílias não passem pela mesma dor. “Procure dar a educação melhor que tiver”, concluiu, reforçando o aconselhamento a outros pais na esperança de evitar novas tragédias. A trágica história de Lannya serve como um chamado à ação para toda a sociedade, enfatizando a necessidade de cuidar e proteger os mais jovens em suas jornadas.
